Dados mundiais sobre o suicídio na pandemia


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Primeiramente, para falar de Suicídio na Pandemia vamos destacar que conforme alguns estudos, estima-se que nas Américas em torno de 100 mil pessoas praticam suicídio todos os anos.

Antes de mais nada, é importante destacar que a maior parte desses suicídios acontecem com pessoas de idade entre 25 e 44 anos e dentre 45 e 59 anos, sendo, 36% e 26% respectivamente.

Então, em termos mundiais, podemos afirmar que casos de suicídio são mais frequentes entre homens que em mulheres.

  • Em países com uma maior renda os números de suicídios triplicam entre os homens quando comparado aos das mulheres;
  • Em contrapartida, nos países de média e baixa renda, essa taxa cai, e é de 1,5 mortes de homens para cada morte de mulher por suicídio.

A Pandemia da Covid-19 e o suicídio

Situação atual da pandemia

Atualmente, estamos enfrentando a pandemia do Covid-19, e por esse motivo, essa situação vem afetando a saúde mental de várias pessoas como por exemplo e em destaque os profissionais da saúde.

Nesse contexto, estudos nos mostram um grande aumento na ansiedade, depressão e angustia das pessoas durante esse momento pandêmico.

Fatores que elevam os riscos de suicídio

Agora, juntamente com tudo isso, a pandemia aliada de alguns fatores, eleva os riscos da probabilidade de determinada pessoa optar pelo suicídio.

Por exemplo, temos fatores como:

  • Desemprego;
  • Violência;
  • Perda de entes querido;
  • Isolamento social;
  • Abuso de álcool e outras substancias.

Definitivamente, é importante que, mesmo com o distanciamento físico das pessoas, essas continuem conectadas com amigos e familiares.

Sinais de alerta para o suicídio

A importância do conhecimento e atenção aos sinais

De antemão, podemos destacar que, a maior parte dos suicídios são antecedidos de alguns sinais de alerta, sejam eles comportamentais, verbais ou ambos. Por exemplo:

Dentre os sinais verbais podem estar:
  • Desesperança;
  • Falta de razão para viver;
  • Sentir-se um fardo para outras pessoas;
  • Sentimento de grande culpa ou vergonha;
  • Desejo de dormir para sempre;
  • Desejo de morte;
  • Sensação de vazio;
  • Tristeza extrema;
  • Agitação;
  • Ansiedade;
  • Raiva;
  • Angustia.
Além disso, temos ainda as mudanças comportamentais:
  • Realizar planos ou pesquisar formas de morrer;
  • Afastar-se de amigos;
  • Viradas extremas de humor;
  • Alterações no sono, tanto para mais como para menos;
  • Mudanças no apetite, tanto para mais como para menos;
  • Uso abusivo de drogas ou álcool;
  • Fazer testamentos;
  • Escrever carta de despedida;
  • Realizar coisas que colocam a vida em risco.

Prevenção ao suicídio na pandemia

É possível evitar o suicídio e há formas bem eficazes disponíveis para isso.

A principal forma de evita-lo é a detecção precoce da depressão e o início de seu tratamento o mais rápido possível.

Ou seja, é importante conversar bastante sobre o assunto com a pessoa bem como o diálogo com pessoas que já buscaram o suicídio, e dessa forma disponibilizar todo o apoio, pois, ao contrário do que alguns pensam, conversar sobre o assunto não estimula ao suicídio.

Ainda assim, reduzir o alcance, as formas e meios de cometer suicídio, bem como, acabar com o tabu associado a busca da assistência psicológica e espalhar informações adequadas e verdadeiras sobre o assunto, podem ajudar na prevenção e redução do suicídio.

Seja como for, Governantes, ONGs e outros lutadores pela causa precisam de união para enfrentar tal problema em nível global. Dessa forma, diminuir as barreiras que grande parte dos países enfrentam em relação ao acesso da saúde mental é um passo muito importante.

Recomendações para prevenção

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomenda incorporar o apoio à saúde mental e psicossocial nos planos e esforços de resposta à Covid-19.

Algumas recomendações incluem atendimento remoto ou virtual, adaptação e disseminação de mensagens para a população em geral, bem como para as populações de maior risco, e treinamento de profissionais de saúde e outros membros da comunidade sobre o assunto.

Contudo, o acesso a saúde mental, muita vezes não é simples, mas é possível conversar sobre o assunto abertamente e exigir melhores serviços nesta área.

Em conclusão, a pandemia tem sido um momento de superação e inovação constante, algumas pessoas lidam melhor que outras com a situação.

Por isso, é de suma importância no caso de sintomas depressivos e pensamentos suicidas em si mesmo ou em outra pessoa, que se converse sobre o assunto e busque ajuda psicológica o mais breve possível.

Você pode salvar uma vida, a de um conhecido, a sua vida ou de uma pessoa que você ama.


 

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